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Entretenimento / Teatro 22/11/2018 20:18 - Atualizada em 22/11/2018 20:18
Jundiaí recebe a terceira edição do Festival Sesc de Música de Câmara
Festival acontece de 22 de novembro a 2 de dezembro


O Sesc Jundiaí recebe, de 23 de novembro a 2 de dezembro, inúmeras atividades do Festival. Os artistas do Quatuor Zaïde (FRA) e Ovanir Buosi (BRA) fazem um encontro surpreendente no palco, Andreas Borregaard (DIN) e Quarteto Camargo Guarnieri (BRA) trazem novas sonoridades e Entre Tambores, Baquetas e Chocalhos (BRA) traz um repertório para toda a família envolvendo a participação do público. Um dos mais importantes conjuntos vocais do mundo também marca presença em Jundiaí, o Tallis Scholars (ING). O Berlin Counterpoint (ALE) apresenta o dinamismo de seus integrantes de diferentes partes do mundo e a Troupe (ING) traz a dramaturgia a um espetáculo dedicado a crianças e a toda família.



Com o intuito de proporcionar a troca de saberes e o intercâmbio cultural entre os artistas - além das apresentações - o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc e as unidades Bom Retiro e Consolação oferecem atividades formativas como mesas-redondas, vivência e bate-papos.



Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo, afirma que "a importância que a terceira edição do Festival Sesc de Música de Câmara assume é a de consolidar a missão institucional em apresentar e promover o encontro entre as várias vertentes e modos de se fazer música e os diferentes públicos, iniciantes e iniciados". Miranda complementa dizendo que "a diversidade de formações e origens dos grupos determina ao público uma experiência sonora aprofundada, para conhecedores e para aqueles que se aventurarem nessa imersão musical que, além dos concertos, se completa com debates e atividades formativas".



"Nesta edição, o Festival Sesc de Música de Câmara traz uma valiosa vertente que são as colaborações.  Nossa intenção é fazer do Festival uma referência, um local onde as pessoas possam buscar o novo e se espelhar. A música de câmara nos permite expandir os horizontes, entender um universo ao qual normalmente não estamos acostumados. A música não foi escrita somente para sonhar, ela nos permite crescer, expandindo nosso repertório cultural", Claudia Toni, curadora.


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