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Muito já se ouviu falar no meio médico sobre a relação entre obesidade
– a medida da cintura –e determinadas condições de pressão, glicose e
triglicérides, como fatores de risco para problemas como síndrome metabólica e
apnéia obstrutiva do sono (OSA).
Dois médicos brasileiros, Décio Mion e Kátia Ortega, tiveram publicado
um artigo no Journal of Human
Hypertension, em que sugerem à comunidade
médica internacional uma estratégia simples para alertar as pessoas
quanto ao diagnóstico precoce.
O termo síndrome metabólica tem sido aplicado à agregação de fatores de
risco que muitas vezes acompanham a obesidade e estão associados com risco de
aumentar as doenças cardiovasculares e diabetes tipo II. A síndrome de apnéia
obstrutiva do sono aumenta o risco de doenças cardiovasculares e
cerebrovasculares. Outros fatores de risco cardiovasculares, como hipertensão,
diabetes mellitus, hiperlipidêmica e obesidade, freqüentemente acompanham OSA e
são particularmente proeminentes entre os pacientes que têm colarinho de
tamanho superior a 44,5 cm.
Assim, os autores acreditam que a OSA é uma manifestação da
síndrome metabólica, porque há uma forte associação de OSA com obesidade,
hipertensão e diabetes, os mesmos fatores associados à síndrome metabólica.
Em “Síndrome Metabólica e apneia obstrutiva do sono: duas
circunferências no mesmo indivíduo”, os médicos sugerem que a anexação de uma
etiqueta informativa às calças com cintura superior a 94 cm – tamanho G,
números 46 e 48 e GG, 50 e 52 -, para homens; e 80 cm – mais difícil falar em
tamanhos porque os números são calculados pelo quadril e não pela cintura –
para as mulheres, assim como em camisas cujos colarinhos sejam maiores do que 44,5 cm, ou seja, tamanho
5, para ambos os sexos.
“Esta é uma ideia simples, mas que pode ajudar às pessoas de todo o
mundo a procurar o auxílio de um médico para cuidar da saúde. Muita gente não
sabe que as medidas da cintura e do pescoço podem ajudar a diagnosticar
facilmente uma série de problemas que, quanto mais cedo forem tratados, menos
conseqüências trarão para sua saúde. Neste sentido, a parceria com indústrias
de vestimentas pode trazer um grande ganho para a população”, ressalta Décio Mion.