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O comunicado enviado pela Prefeitura aos servidores públicos no
início desta semana sobre a “automática suspensão” de direitos
conquistados no último acordo coletivo repercutiu mal na sessão da Câmara desta terça-feira. Entre os
vereadores que comentaram o assunto, apenas Junior Vendemiatti (PPS) defendeu a
atitude.
Segundo o vereador, que hoje integra a base governista, “não foi
retirado nenhum benefício”. Mas para Marta Leão (PP), o comunicado foi uma “afronta
ao direito adquirido”. Rubens Nunes (PR) destacou que “até que não feche esse
acordo, prevalece o anterior”. Izael Viel (PR) colocou em xeque a atuação do
Sindicato nas negociações.
“Acho que seria prudente comunicar ao prefeito que possa voltar
atrás”, sugeriu o presidente da Câmara, Geraldo Fróis (PTB), ao secretário de
Governo, José Luis Bernegossi, que estava presente à sessão. O governo alega
que o comunicado foi enviado porque os servidores rejeitaram as propostas da
Prefeitura.
A carta enviada aos servidores pela Prefeitura mostra o que foi
oferecido de reajuste salarial e o que pode ser retirado a partir da rejeição
da proposta. Entre os itens estão o adiantamento da primeira parcela do 13º
salário, a jornada especial de trabalho de 12 por 36 horas diurna e noturna,
três dias de folga para os servidores que fazem esta jornada, 20 minutos
diários compensatórios do sábado e café matinal.
Assembleia
O Sindicato dos Servidores está convocando os funcionários da
Prefeitura para uma nova assembleia nesta quinta-feira, 17h30, no Centro de
Convivência. De acordo com o presidente do Sindicato, Alexandre Alves, o
objetivo é definir o que será feito daqui para a frente na Campanha Salarial. A
Prefeitura se recusa a reabrir negociação.