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Anualmente,
o Brasil perde R$ 11 bilhões com o desperdício de energia elétrica. A perda em
MW/h chega a 12,6 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas
de Conservação de Energia (Abesco). Segundo a mesma fonte, essa quantidade
sustentaria a demanda de energia elétrica da capital do Rio de Janeiro por um
ano.
Aproveitar o
maior de período luminosidade, proporcionada pelo verão, deixando para ligar as
luzes mais tarde, trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes e desligar
os aparelhos que não estejam sendo usados, são soluções simples que ajudam a
economizar energia.
Para o
presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Carlos Reis, mudar
antigos hábitos faz toda a diferença quando o assunto é economizar. “Muitas
pessoas não sabem que guardar alimentos quentes na geladeira, deixar a roupa
secando atrás do equipamento e abrir muitas vezes a porta, faz com que se
consuma mais energia. Além disso, mudar a posição do chuveiro para “verão”,
tomar banhos rápidos e ensaboar-se e barbear-se com a água fechada, ajudam na
economia”.
O chuveiro é
responsável por 40% da energia consumida em uma residência, e a geladeira por
30%. Utilizando-os corretamente, a economia em cada um chega a 10%. Trocar as
lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que duram até dez vezes mais e
iluminam da mesma forma, é uma atitude simples e barata para se fazer.
É inevitável
que certos produtos sejam utilizados mais frequentemente durante o verão, como
o ar condicionado e o ventilador. No entanto, o ventilador além de ser mais
barato, consome 20% menos energia. “Mas, se o consumidor insistir no ar
condicionado, deve tomar algumas precauções para não aumentar o consumo, como
procurar mantê-lo protegido dos raios solares, evitar lâmpadas incandescentes,
não deixar janelas e nem portas abertas durante sua utilização, e manter a
temperatura entre 25ºC e 26ºC”.