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Com fluxo médio de quase 360 mil
veículos por dia, a Rodovia dos Bandeirantes completa 31 anos neste 28 de
outubro, quarta-feira, comemorando simultaneamente, neste ano, a classificação
como a melhor rodovia do País pela quarta vez consecutiva.
Oferecendo ótimas condições de pavimentação, sinalização,
infra-estrutura e serviços de atendimento aos usuários, a Bandeirantes
tornou-se sinônimo de qualidade e segurança para quem trafega por seus quase 160 quilômetros de
extensão, segundo informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura. Também
se constituiu como um importante vetor para o desenvolvimento socioeconômico
dos municípios que estão em sua área de influência. Novos investimentos
migraram para o Interior com a implantação de
pólos industriais e de serviços, além do incremento do potencial turístico e de
lazer.
Atualmente no topo da lista das 10 melhores estradas do Brasil, de
acordo com ranking elaborado pelo Guia Quatro Rodas, a Rodovia dos Bandeirantes
interliga as regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas, oferecendo um acesso
seguro à Capital e, consequentemente, às suas portas de saída para outras
regiões do País.
História
Inaugurada em 28 de outubro de 1978, depois de 26 meses de construção,
prazo recorde para os padrões da época, a Rodovia dos Bandeirantes inovou o
conceito de rodovias no País com sua concepção de auto-estrada, destinada ao
tráfego de longa distância e com acessos controlados.
Concebida, em um primeiro momento, para atender cerca de 70 mil
veículos por dia, hoje recebe 360 mil, o que
equivale a mais da metade do volume diário médio de 650
mil veículos que trafegam pelo Sistema Anhanguera-Bandeirantes.
Concessão
A nova etapa da história da rodovia, iniciada em maio de 1998 — quando
a Autoban assumiu a administração do Sistema Anhanguera-Bandeirantes com o
Programa Estadual de Concessões — tem sido marcada por importantes
investimentos em obras de recuperação e ampliação, além de inovações
tecnológicas em sua operação.
Na última década, as ações da Concessionária aprimoraram ainda mais o
conceito de qualidade pré-estabelecido em sua inauguração e proporcionaram
resultados concretos como a diminuição no tempo de viagem, menor consumo de
combustíveis, redução dos custos de manutenção e queda no número de acidentes.
Em 11 anos de atuação, a Autoban investiu em
obras e equipamentos na rodovia cerca de 1,5 bilhão.
RMC
O prolongamento de 78 quilômetros da rodovia, entregue ao tráfego
pela Autoban em 2001, proporcionou ainda mais o desenvolvimento da Região
Metropolitana de Campinas (RMC), que com seus 19 municípios engloba pólos
têxtil, petroquímico, tecnológico, automobilístico, logístico, turístico e de
bens de consumo. A ótima qualidade da malha viária da região, com acesso ao
segundo maior aeroporto do País em movimentação de carga, tem favorecido a
redução dos custos logísticos das empresas que necessitam do transporte rodoviário
para receber insumos e escoar a sua produção. Com 2,6 milhões de habitantes e
PIB de R$ 51,2 bilhões, equivalente a 19% do Estado, a RMC tem taxa de
crescimento acima da média estadual e vem se despontando como um pólo
centralizador de riquezas e desenvolvimento.