Nesta
quinta-feira, 12, às 17h, na sede da Terceira Idade, no Bairro São Matheus, está
marcada mais uma assembleia dos funcionários da Prefeitura. Na quarta-feira,
11, haverá rodada de negociação entre sindicalistas e a Prefeitura. O resultado
disso será repassado para a categoria um dia depois, na quinta.
Neste
governo do atual prefeito, Milton Serafim (PTB), o Sindicato ainda não realizou
protestos ou greves. O presidente do Sindicato, Alexandre Alves, admitiu que as
negociações estavam atrasadas. A data-base da categoria é 1º de maio e a folha
de pagamento tem de ser fechada a tempo de os servidores receberem o reajuste
já em 30 de maio. Na última rodada de negociação, dia 4, a Prefeitura não progrediu
nas negociações e protelou mais uma semana.
A Prefeitura
já fez duas propostas, rejeitadas pela categoria. Na primeira, a municipalidade
comprometeu-se a repassar 7,4% de reajuste salarial (a inflação do período
ficou em 6,5%0, aumentar o prêmio assiduidade de R$ 120,00 para R$ 127,00 e o
ticket alimentação de R$ 315,00 para R$ 334,00 (os servidores reivindicam R$
440,00). A segunda proposta seria aumentar os salários em 10,62% e não conceder
reajustes nos benefícios.
Na pauta de
reivindicações protocolada na Prefeitura em 11 de março, os servidores pedem
20% de aumento salarial, sem considerar as perdas de
30% acumuladas ao longo dos últimos anos; vale transporte – fornecido a quem
tem veículo para se locomover ao trabalho de R$ 170,00; ticket alimentação de
R$ 440,00; hora extra de R$ 140,00; que o projeto de Plano de Cargos, Carreiras
e Salários seria entregue em 60 dias, entre outras reivindicações. Os
sindicalistas também esperam discutir falta de condições de trabalho em alguns
departamentos, bem como desvio de funções por parte de alguns servidores.