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Responsável por 14 % do consumo de energia nas residências, a
iluminação cada vez mais é um item a ser considerado quando se trata de
economia. A simples troca de lâmpadas pode reduzir em até 80 % o consumo
doméstico de energia relativo às lâmpadas.
Entre 19h00 e 23h, ocorre o maior consumo de energia elétrica decorrente do uso
doméstico de lâmpadas. Se o País efetuasse a substituição dos tradicionais
modelos incandescentes pelas econômicas, a redução do consumo chegaria a 37% no
horário de pico, que acontece das 20h às 22h, segundo dados da Abilumi.
Mas quando o assunto é economia, qual lâmpada é mais apropriada e o que
considerar para a satisfação com a iluminação propiciada?
O LED (diodo emissor de luz em inglês) e a lâmpada fluorescente compacta são
opções para continuar economizando com o fim do horário de verão.
A incandescente, que equivale a 50% do consumo de lâmpadas no Brasil, usa
apenas 10% da energia que consome para gerar luz. Já a lâmpada fluorescente
compacta usa 25% da energia total consumida por uma incandescente com potência
equivalente. Isto significa uma economia real de energia elétrica da ordem de
75% por lâmpada.
As fluorescentes também iluminam mais que as incandescentes de potência
equivalente. “Graças a isso, é possível utilizar uma lâmpada fluorescente
compacta de 15W no lugar de uma incandescente de 60W para contar, no mínimo,
com a mesma quantidade de luz”, explica o diretor comercial da Golden
Ricardo Cricci. Cada lâmpada fluorescente usada permite reduzir o consumo de
energia em até cinco vezes, com uma economia mensal de dois reais na conta de
luz por ponto. Além disso, o executivo informa que a fluorescente tem a
vantagem de durar até oito anos dependendo da forma como é consumida. Durante o
mesmo período, uma casa que use incandescente efetuaria oito trocas pelo menos.
Já as halógenas, também muito usadas nos lares brasileiros para iluminação
decorativa e de destaque, têm a vantagem de produzir mais luz e maior brilho
comparando com as incandescentes. Mas, em contrapartida, só estão disponíveis
na temperatura de cor amarela. O LED, que se apresenta como uma alternativa às
halógenas em diversas aplicações, pode proporcionar – dependendo do modelo –
uma economia de 90% na energia consumida devido à sua elevada intensidade
luminosa com baixa potência. Além de converter 40% da energia que consome em
luz, também tem a vantagem de durar pelo menos 10 vezes mais que as halógenas e
de possibilitar a oferta tanto em luz amarela como branca. “Com a
crescente procura do consumidor por produtos eficientes, seu preço tende a cair
e a oferta de modelos a diversificar”, finaliza Cricci.
Mais eficientes que as lâmpadas incandescentes comuns e as halógenas, as
fluorescentes compactas e os LED’s tendem a diversificar a oferta de modelos e
a ver crescer seu consumo como uma alternativa para o consumidor preocupado com
economia.