A partir desta segunda-feira, dia 28, as muitas
pessoas que ao longo dos anos costumam caminhar pela região das
Represas, passando pelos fundos da casa-sede da Fazenda Cachoeira, estão
proibidas de fazer o trajeto.
Segundo o administrador da Fazenda, José Fernando Pagani,
conhecido por ‘Biriba’, o objetivo do fechamento é cuidar da fazenda. “Eles (os
proprietários) estarão assumindo a fazenda, então, será necessário fechar”,
frisou. ‘Biriba’ afirmou que os proprietários da Fazenda Cachoeira,
identificados pela empresa Gálatas, vão iniciar as reformas na casa-sede.
Aqueles que estão na Represa I e querem acessar a Represa II devem fazer o trajeto pela Rua Frank Swalles, que não possui calçadas, por isso, os pedestres devem ficar atentos. Fazendo este caminho, a entrada para a Represa II é o portão principal.
A Fazenda Cachoeira tem área total de 1,7 milhão de metros
quadrados, mas não é toda esta extensão que é tombada como patrimônio
histórico. Apenas um raio de 200
metros a partir do centro da casa-sede foi tombada pelo Conselho de
Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat)
órgão
ligado ao governo estadual. Porém, independente do tombamento, a área total da
Fazenda Cachoeira é propriedade particular e pertence atualmente à empresa
Gálatas, de São Paulo.
A
Fazenda era propriedade de dona Leontina Monteiro de Barros, morta em 29 de
março de 2005, aos 103 anos. Por testamento, ela deixou a fazenda para uma
prima, de nome Celina Coimbra, que a vendeu para a Gálatas.