O Conselho Tutelar da
Criança e Adolescente, órgão que fiscaliza na cidade o cumprimento de direitos
e deveres de crianças e adolescentes, realiza eleição no próximo domingo, dia
30, para a escolha de cinco pessoas que vão atuar para mandato de três anos.
O Conselho Tutelar é
gerenciado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente,
cuja presidente é Arlete Sterzeck Dian. Todo o processo de escolha dos novos
conselheiros é acompanhado pelo Ministério Público.
Qualquer cidadão munido de Título de Eleitor e documento com foto recente
poderá votar em um dos nove candidatos que já passaram por prova teórica
previamente. O voto é facultativo e quem deseja escolher alguns dos candidatos
deverá se dirigir à Escola Municipal Cláudio Gomes, localizada na Rua Fernando
Costa, 628, Centro, das 9h às 17h.
Confira abaixo o currículo de cada candidato:
David Soares

É professor eclesiástico há 8 anos, professor de inglês e
informática nas escolas Evolution, Microlins e Microcamp, professor de RH e contabilidade
no Instituto Itacolomi.
Ele escolheu ser conselheiro para levar às crianças e adolescentes
uma melhor qualidade de vida e a efetiva aplicação dos direitos regidos pelo Estatuto
da Criança e do Adolescente, garantindo seus direitos quanto a liberdade,
educação, cultura e lazer, assim como os direitos básicos de sobrevivência, bem
como uma família que zele por eles.
Na sua avaliação, o Conselho Tutelar é importante porque
defende as crianças e adolescentes. “É através dele que podemos requerer seus
direitos e representá-los ante a sociedade”, frisou David.
Eliete Naponuceno de Faria

Tem 31 anos, casada, mãe, formada em Pedagogia pela
Universidade Paulista. Há alguns anos desenvolve trabalhos com crianças e
adolescentes, como catequista, educadora universitária pelo projeto Escola da
Família, professora voluntária do projeto Educafro, estagiária na Rede Municipal
de Educação de Vinhedo e Louveira e professora de Educação Básica de Jundiaí.
Ela escolheu ser conselheira porque quer fazer valer o Estatuto
e se vê como um instrumento de trabalho nas mãos da comunidade, fiscalizando e tomando
providências para impedir os problemas de negligência, discriminação,
exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vitimas as crianças
e adolescentes.
“O Conselho Tutelar é de extrema importância para a
comunidade, porque além de cobrar a eficácia do ECA tem como atribuição
requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviços sociais,
previdência e segurança”, frisou Eliete.
Nivaldo Doniseti Martins Cruz

Ele é funcionário público municipal, inspetor de alunos,
casado, tem 49 anos, formado em Direito pela USF de Bragança Paulista, e técnico
em Dependência Química.
Escolheu ser conselheiro por acreditar que é possível
garantir os direitos e deveres, buscando uma parceria entre poder público,
iniciativa privada, comunidade e família a fim de resgatar os valores e
responsabilidades necessárias ao desenvolvimento integral da criança e do
adolescente.
Na sua avaliação, o Conselho Tutelar é um órgão permanente
e autônomo, agindo como guardião dos direitos da criança e do adolescente na
busca de seu desenvolvimento como cidadãos críticos e construtores de uma
sociedade calçada em valores e princípios éticos.
Andrea Bailoni

Ela tem 42 anos, casada há 21 anos, dois filhos: Guilherme,
com 18 anos e Filipe com 20. Profissionalmente, trabalha com crianças e
adolescentes há 18 anos. Por 15 anos, trabalhou como professora,
monitorando aulas para crianças e adolescentes. Há dez anos, paralelamente
desenvolve trabalho voluntário em instituições de caridade, ministrando cursos
de Artesanato, como atividade de reintegração social.
Por 3 anos atuou como arte-educadora no Projeto Ser e
Conviver, nos bairros da Capela e Vila João XXIII. “Como educadora, aprendi a ouvir, compreender e discernir
situações, as quais são habilidades imprescindíveis para o trabalho de receber,
estudar, encaminhar e acompanhar casos, me candidatei ao cargo
visando o bem das crianças e adolescentes de nossa cidade”, acrescentou Andrea.
Roseli de Fátima Suffi Silva

É professora, atual monitora de creche na Marquês de Rabicó,
é casada, mãe de dois filhos, e residente
Parque Iolanda, na Vila João XXIII.
Escolheu ser candidata porque começou a trabalhar com
crianças na Igreja como catequista. Ingressou no Magistério
no ano de 1984. Em 1985, começou a ministrar aulas como professora
substituta nas escolas Magdalena Lébeis e Dom Mathias. Em 1986 até final
1987, trabalhou na creche Pequeno Polegar, onde teve contatos com crianças e
seus problemas. No final dos anos oitenta, ocorreu a necessidade de se criar
leis que garantisse os direitos das crianças e adolescentes. “Em 1995/1996
participei na formulação da lei municipal para se criar o Conselho Tutelar em
Vinhedo (como representante da associação de moradores dos sete Bairros), foram
muitos encontros e muitas reuniões”, disse.
Em 1999, participou da 1ª eleição do Conselho Tutelar de
Vinhedo, foi eleita e reeleita no ano 2002. “Escolhi ser conselheira tutelar,
pois acredito e defendo a igualdade social, e entendo que a importância do Conselho
Tutelar para comunidade é a garantia da aplicabilidade da Lei”, frisou Roseli.
Sônia Márcia Celestino Neves

É casada, tem
dois filhos, formada em Administração Hoteleira. Ela disse que busca fazer
a diferença na comunidade. Por isso, “em 1999 ingressei num trabalho da Igreja
Batista Água Viva – Ibaviva, onde implantei e liderei o departamento infantil
chamado ‘Geração Criança’ e lá permaneci durante oito anos”. Desde 2008,
trabalha na ONG-Arca – Associação Responsabilidade Cristã Assistencial, que, em
2011, atenderá 120 crianças em situação de vulnerabilidade social. É responsável
pela Oficina de Ética e cidadania.
“Acredito que
investir em vidas e na instituição família ainda é a grande ação para
transformar uma sociedade, dar esperança e um futuro melhor. Além de zelar
pelos direitos e proteção da criança e do adolescente, também creio no poder fiscalizador
e transformador do Conselho Tutelar”, definiu Sônia.
Deborah Cristina da Silva Arantes

Ela tem 28 anos, é casada, mãe de um filho, nascida em
Vinhedo, moradora do Bairro da Capela, formada em Educação Física.
Atuou no município por quatro anos como Educadora Social.
Atualmente, é conselheira tutelar. “Estou candidatando-me à reeleição porque
quero permanecer nessa luta em defesa e garantia dos direitos da criança e do
adolescente, com ética, juventude e profissionalismo, trabalhando
constantemente e assegurando com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos
referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à
profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade à
convivência familiar e comunitária, pois garantindo seus direitos e
protegendo-os teremos adultos dignos, o que proporciona maior qualidade de vida
no nosso município”, frisou Deborah.
Ricardo Ramos Pais (Testa)

De 1997 até 2007 trabalhou com crianças e adolescentes de 4 a 16 anos na Escola de
Futebol Zé Sergio com aulas de fundamento, coordenação e técnicas de futebol. De
2002 até 2006, o trabalho foi feito com crianças de 6 a 10 anos no programa Geração
Criança na Igreja Batista Água Viva.
Desde 2008, trabalha como voluntário na Arca – Associação
de Responsabilidade Cristâ e Assistencial, uma ONG.
“Além de gostar e trabalhar com crianças e adolescentes,
tenho ciência do meu chamado e importância em protegê-las e acima de tudo tenho
sentido o amor que posso oferecer pra elas. O Conselho Tutelar é um órgão de
extrema importância que, exclusivamente, é direcionado para total proteção da criança
e adolescente. Com ele, podemos ter a certeza que os direitos serão defendidos
sempre”, disse Ricardo.
Marcela Aparecida Tibúrcio

Na avaliação de Marcela, a escolha de ser uma conselheira
foi por querer se aproximar das comunidades do município, com o intuito de
melhor atender e defender os direitos das crianças e adolescentes em seu
desenvolvimento social e familiar, dando-lhe também assistência psicológica e
física de acordo com suas necessidades.
Para ela, o Conselho Tutelar tem uma grande influência em
defender os direitos das crianças e dos adolescentes em instituições públicas e
privadas do município, apoiando-os em seu ambiente familiar e conscientizando
que existem pessoas capacitadas para apoiar a criança e o adolescente mediante
seus direitos.
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É
conhecido como “professor Eucimar”. Tem 30 anos; é formado em três faculdades:
Filosofia, Formação para Professores (R2) e Pedagogia. Trabalha com crianças e
adolescentes desde 2005 em igrejas, escolas estaduais e atualmente em creches
do município.
Ele
escolheu ser candidato para tentar mostrar valores e respeito para com as crianças
e adolescentes. “Somente conseguiremos ter o Brasil, o Estado de São Paulo e a Vinhedo
que queremos se realmente todos juntos, virmos a colocar as Leis e o Estatuto
em funcionamento”, frisou.
O
Conselho Tutelar tem, segundo ele, a importância de salvaguardar e de proteger crianças
e adolescentes de qualquer forma de violência, maus tratos, abandono,
desrespeito ou outra agressão civil, moral, física e psicológica que esteja em
desacordo com a lei.
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