Hábitos podem prejudicar a visão e provocar cansaço

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Aproxima-se a temporada
de provas dos concursos públicos mais esperados do ano e o retorno às aulas,
após rápidas férias de inverno. Com esta agenda também chegam as exigências de
concentração para absorver melhor os novos conhecimentos. A fadiga é um dos vilões
do aprendizado e os cuidados com a visão podem auxiliar, e muito, para retardar
a chegada do cansaço e, principalmente, evitar que problemas oculares se
agravem ou impeçam o estudante de alcançar seus objetivos.

O oftalmologista
Canrobert Oliveira, diretor do departamento de cirurgia refrativa do Hospital
Oftalmológico de Brasília (HOB) lista alguns ajustes de hábitos que podem se
transformar em generosos “parceiros” dos estudos. Intervalos regulares, óculos
ajustados, lágrimas artificiais (com indicação médica) e iluminação adequada no
cantinho de estudos levam ao melhor rendimento dos estudos, comentou Canrobert.

Alerta

Muitos estudantes, nas
diferentes faixas etárias, possuem irregularidades de visão e não sabem e
também não percebem. A demora no diagnóstico, além de agravar o problema, pode
trazer desconforto na hora de estudar. Alguns sintomas indicadores de que os
olhos estão precisando de atenção especial, segundo o oftalmologista, é a
percepção de “fadiga ocular, visão embaçada, dificuldade na mudança de
foco perto/longe, sensação de peso nos olhos, dores de cabeça, sensação de
olhos secos, vermelhidão, ardência e lacrimejamento durante os estudos”.

Na ânsia de aproveitar o
pouco tempo que resta para estudar antes de prestar os exames classificatórios
dos concursos, alguns concurseiros ficam horas ininterruptas diante dos livros
ou do computador. Especialmente em frente ao computador, o estudantes vai
esquecendo de piscar, é um comportamento inconscientemente, explica o médico ao
lembrar que observações clínicas comprovam a alteração.

“Quando concentrada
na leitura uma pessoa reduz em até 80% a frequência do piscar. Normalmente, as
pessoas piscam de 20 a
25 vezes por minuto. Mas durante uma leitura, chegam a piscar apenas 4 a 5 vezes no mesmo tempo.
Essa mudança leva ao desgaste da superfície ocular por conta de sua
superexposição, causando ardência, vermelhidão e cansaço visual”, advertiu o
médico. Dependendo do caso diagnosticado nessa situação, os oftalmologistas
recomendam a utilização de lágrimas artificiais para lubrificar e preservar a
superfície do olho, a córnea.

Descanso

“Olhos e mente pedem
pausas periódicas”, enfatizou o médico ao recomendar que a cada 50 minutos de
estudo, é preciso parar ir a um local que possibilite olhar distante. “Isso
para que a musculatura intra-ocular relaxe, e permita melhor desempenho visual
para o estudante”.

Cantinho

Canrobert Oliveira
comentou que estudar durante o dia, com a iluminação natural é mais confortável
e ideal. Mas muitos estudantes dispõem somente da noite para aprender, depois
de um dia de trabalho. Nesses casos é importante criar um ambiente saudável de
estudo ganhar maior rendimento.

“O
aconselhável é que a lâmpada esteja a distância aproximada de 50 centímetros de
altura do local de estudo visualizado pelo estudante, sendo que a luz deve
incidir pelo lado contralateral à mão que escreve. Nesta posição, 60 watts de
potência na lâmpada são suficientes para iluminar o ambiente de leitura de
forma adequada”, descreveu.

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