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Facilmente confundida com anemia, a mielodisplasia origina-se de mutações em células-tronco da medula óssea, que
são responsáveis pela formação de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas do
sangue. As células apresentam anormalidade de tamanho, na forma e na
organização, e se essa disfunção não for tratada pode virar uma leucemia aguda.
A doença incide principalmente
entre a 3º Idade (60 e 80 anos de vida), e pode começar com uma anemia leve e
evoluir para leucemia aguda. “Fazemos o diagnóstico por meio de um exame de
hemograma do mielograma (bolsão do osso), mas só fechamos após os exames de
acompanhamento médico e descartada a hipótese de anemia”, explica o
hematooncologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e Sírio Libanês, Celso
Massumoto.
Atualmente, existem novas drogas
aprovadas pelo Food and Drug Administration (FDA), que objetivam a melhora dos
sintomas e a qualidade de vida, porém o desafio dos médicos é definir qual será
a droga ideal para cada paciente.
“Acredito que no futuro o tratamento deva ser realizado por meio de uma
ou mais drogas. Drogas orais também são promissoras devido à comodidade do
paciente, qualidade de vida e provavelmente maior sobrevida global”, diz Massumoto.
No Brasil, ainda não há
estatísticas sobre a doença. Já os dados dos Estados Unidos revelam a
existência de 10 a
20 mil casos por ano. Em relação à idade, a incidência é de 3,1 casos para 100
mil habitantes até 80 anos, e de 16 casos para 100 mil habitantes após os 80.