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Um serviço telefônico 24 horas, para que pacientes com câncer possam
tirar dúvidas sobre o tratamento e solicitar orientação ao hospital, sem sair
de suas residências. Esta é a proposta do “Alô, Enfermeiro”, criado pelo
Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira,
ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP.
O objetivo é proporcionar comodidade e segurança, sem que o paciente do
Icesp precise esperar a próxima consulta para esclarecer alguma dúvida pontual
sobre o tratamento. Cerca de 2,4 mil telefonemas são recebidos por mês pelo
serviço.
As principais dúvidas são relativas às atividades cotidianas, como uso
de medicamentos, além de esclarecimentos sobre as rotinas hospitalares e
informações referentes ao manejo dos sinais e sintomas ligados à doença ou ao
próprio tratamento.
Inicialmente, o serviço funcionava apenas das 7h às 19h, de segunda a
sexta-feira, mas com a expansão do hospital e do número de pacientes atendidos,
passou a funcionar em tempo integral neste ano.
“O projeto é uma forma de garantir a correta assistência ao paciente
oncológico, mesmo fora do hospital”, afirma Wania Regina M. Baía, diretora
geral da Assistência do Icesp.
Enfermeiro de referência
Já os pacientes internados no Instituto do Câncer têm à disposição o
“Enfermeiro de Referência”. Trata-se de um profissional que recebe o paciente e
o acompanha do início ao término do processo de tratamento. Com este modelo
assistencial o paciente estabelece um elo de confiança com o enfermeiro e pode
ser atendido de acordo com suas particularidades.
Através de acompanhamento individualizado, o profissional pode conhecer
melhor o paciente, identificando preferências e dificuldades de cada um. Desse
modo, o atendimento se torna mais personalizado e humanizado.
“Cada indivíduo possui uma necessidade e uma maneira própria de reagir
à doença. A idéia do projeto é oferecer uma assistência segura e abrangente,
que atenda as necessidades do paciente e da família. O profissional poderá se
antecipar às necessidades dos pacientes, planejando e executando um plano de
cuidados multiprofissional e sempre alinhado às necessidades de cada momento do
tratamento”, explica Wania Baía.