Consultor aponta os 10 principais erros cometidos pelas pequenas e médias empresas

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De acordo com os dados do Sebrae, cerca de 96% das empresas
que fecham as portas nos primeiros anos pertenciam ao segmento das micros e
pequenas empresas. Mesmo sendo responsável por quase 60% das contratações, a
proporção ainda é muito alta.

Segundo o consultor em gestão empresarial, Sidney Shiroma,
diretor da Fagus Consultoria, a falta de experiência e conhecimento na
atividade exercida são os dois grandes desafios enfrentados pelos
empreendedores. “
Não
possuir um plano de negócios ou planejamento estratégico, que oriente os rumos
da empresa, é algo prejudicial. É preciso ter um plano bem claro, objetivo e
detalhado, antes de realizar qualquer ação ou investimento, seja de tempo ou de
dinheiro. Caso contrário a empresa fica extremamente exposta ao fator sorte”, avalia Sidney.

Outro erro que acontece com freqüência é misturar as finanças da empresa com
as pessoais. É preciso estabelecer um pro-labore (salário) para os sócios,
semelhante aos funcionários. “Este valor deve ser transferido para a conta
corrente pessoal, e serve para cobrir as necessidades/despesas pessoais dos
sócios. Não confundir o pró-labore com o lucro da empresa”, adverte.

Veja os erros que merecem
destaque:

1.
Não
possuir um plano de negócios, planejamento estratégico ou análise mercadológica;

2.
Misturar as finanças da empresa com as pessoais;

3.
Contratar
qualquer familiar ou amigo, e não as pessoas mais adequadas para a empresa. É
preciso estabelecer os pré-requisitos para cada cargo/função, e selecionar as
pessoas com o melhor perfil/competências necessárias para a empresa;

4.
Não
estabelecer metas e prazos para as pessoas. Além de definir o que cada
sócio/funcionário deve realizar, é preciso estabelecer uma data/hora para
finalizar. Eliminar o gerúndio (estou fazendo, estou providenciando,…) pois
tempo é dinheiro. As despesas tem data fixa para pagamento. O atraso de uma
tarefa pode atrasar o recebimento de uma receita e prejudicar o fluxo de caixa
da empresa;

5.
Tomar
decisões sem informações precisas, principalmente informações financeiras. É
preciso ter um controle detalhado de todas as receitas, despesas fixas e
variáveis, e investimentos. É fundamental simular os impactos futuros de
qualquer ação. Ex: Saber qual o custo operacional para definir o preço de venda
dos produtos e a política de descontos;

6.
Contrair
empréstimos para pagar as despesas operacionais, sem ter um plano de
recuperação/reestruturação. Se a empresa não consegue pagar as despesas
operacionais com as receitas da operação, é preciso mudar/rever o plano do
negócio. Não confundir despesas operacionais com investimentos;

7.
Não
tomar as decisões no momento em que é preciso, principalmente quando envolvem
demissões, mudanças de procedimentos, aumento de atividades e controles,
suspensão de operações, aumento no investimento, entre outras. Prorrogar a
decisão só aumenta o tamanho das mudanças e dos impactos;

8.
Perder
o comando, a comunicação e o respeito das pessoas. Todos têm a sua devida
importância para o perfeito funcionamento do organismo, mas algumas pessoas são
e precisam exercer o papel do cérebro (decisão, planejamento, comando) e
outras, dos órgãos e membros do corpo (operação, execução, controle);

9.
Ficar
dependente de funcionários, fornecedores ou clientes. É preciso evitar esta
dependência que traz riscos significativos para o negócio, elaborando planos de
contingência para a falta/desistência destes. “Quem tem um, não tem nenhum”.
Tenha pelo menos dois funcionários com conhecimento dos processos-chave, dois
fornecedores distintos de matéria-prima/produtos e dois clientes com a mesma
proporção de receitas;

10.
Acreditar
que sabe tudo, que não precisa de ajuda e que nunca enfrentará dificuldades. É
preciso ouvir e considerar a opinião/sugestão dos funcionários, clientes e
fornecedores, se atualizar e se aperfeiçoar continuamente, e buscar ajuda
profissional para agregar valor à operação da empresa.

Sobre
Sidney Shiroma

Graduado em Engenharia Elétrica e Pós-Graduado em
Administração de Empresas pela USJT. Experiência de mais de 22 anos nas áreas
de Engenharia e Manutenção, Planejamento e Finanças, Tecnologia da Informação,
Recursos Humanos, Marketing e Vendas, tendo atuado como executivo em empresas
nacionais e multinacionais dos segmentos de prestação de serviços, indústria,
comércio, tecnologia e consultoria. Atual Diretor Executivo da Fagus
Consultoria.

Sobre a Fagus Consultoria

Empresa
nacional de Consultoria e Gestão Empresarial, com 14 anos de mercado, formada
por uma ampla rede de consultores efetivos e associados, experientes e
comprometidos, que desenvolvem projetos envolvendo Pessoas, Processos e
Tecnologia. Principais serviços: Diagnóstico organizacional, Planejamento
estratégico, Planejamento orçamentário, Gerenciamento de projetos, Gestão compartilhada,
Gestão de processos e conformidade empresarial. Principais clientes: Associação
Congregação de Santa Catarina, Aon Affinity, Grupo Rede Energia, Hospital São
Luiz, Hospital São Camilo, MOfficer Confecções, Cemec Transformadores, Peel
Line Cosméticos, AC Prime Export, Associação dos Funcionários Públicos do
Estado de SP, Carber Embalagens, Gryllus Comunicação Digital, La Spaziale Maquinas
de Café, Unidas Rent a Car, entre outros.

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