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Pela
terceira vez somente neste terceiro mandato como prefeito, Milton Serafim (PTB)
cogita a possibilidade de voltar a discutir a implantação de pedágios municipais
em Vinhedo. O
objetivo é coibir a passagem de veículos de outras cidades que transitam pela
Estrada da Boiada, principal e mais viável rota de fuga de um pedágio
localizado em Valinhos, na Rodovia Anhanguera. A Autoban – concessionária que
administra a Rodovia Anhanguera – cobra R$ 6,10 em cada mão de direção por veículos
com dois eixos que passam neste pedágio.
Serafim disse,
segunda-feira da semana passada para uma emissora de rádio da cidade, que vai
pedir para técnicos da atual administração estudarem a viabilidade dos pedágios
municipais na Estrada da Boiada, que não seriam cobrados de veículos com placas
de Vinhedo. Ele não comentou nada sobre placas de Valinhos e Louveira. O fato foi publicado pela edição impressa do Jornal de Vinhedo deste sábado, 29.
O assunto foi
abordado em janeiro último quando o então governador do Estado, José Serra
(PSDB), esteve na cidade e negou pedágios na Boiada. No ano passado, em
entrevista à imprensa vinhedense, Serafim já havia mencionado o tema pedágio.
Em janeiro, entrevistado pelo Jornal de Vinhedo, disse que
o pedágio seria uma alternativa para coibir o fluxo intenso de veículos de
outros municípios que utilizam as ruas de Vinhedo. “Eu não disse que teria
pedágio; eu disse que o pedágio seria uma alternativa, mas existem
alternativas; eu sou contra colocar pedágio em qualquer lugar, especialmente na
Estrada da Boiada”, argumentou.
Recentemente,
o DER – Departamento de Estradas e Rodagens – havia feito levantamento de
carros que entram em Vinhedo para desviar do pedágio. Um pedágio municipal diminuiria o
fluxo de veículos pelas ruas vinhedenses e beneficiaria também a Autoban –
concessionária que administra o Sistema Anhanguera/Bandeirantes.
O desvio é
feito da seguinte forma: no sentido, Capital-interior, os motoristas deixam a
Anhanguera na entrada de Vinhedo, pela Av. Apparecida Tellau Seraphim, passam
pelo Portal, acessam a Estrada da Boiada até a divisa com Valinhos, seguem até
o Colégio Etapa, depois vicinal do Portal de Valinhos e novamente entram na
Anhanguera, a poucos metros da praça de pedágio. No sentido interior-Capital, o
desvio é feito pelo mesmo percurso, porém, os motoristas entram por Valinhos.
Vinhedo
possui, desde 28 de abril de 2008, Decreto Municipal editado pelo prefeito da
época, Kalu Donato, que proíbe o tráfego de veículos pesados na cidade. Mas a
falta de fiscalização de agentes de trânsito, especialmente da Guarda
Municipal, não inibe a passagem de caminhões de grande porte e com carga
nociva.
Segundo determinação
do decreto, fica vedado o tráfego de veículos de carga acima de dois eixos na
Rua João Edueta, Rua João Degelo, Estrada da Boiada, Rua Antônio BUcci, Rua
Roma, Rua Carolina Von Zuben, Rua Afonso Garbuio, Av. Independência, Av. dos
Imigrantes e Av. Apparecida Tellau Seraphim. Além disso, os veículos com carga
que possuem o terceiro eixo retrátil estão incluídos na restrição. Estão fora
da determinação caminhões com carga direcionada ao município e com placas da
cidade. O caminhoneiro que for pego transitando irregularmente na cidade estará
sujeito às penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro,
especialmente no artigo 187, ou seja, multa com infração média.
No
trecho de Vinhedo, a Boiada é praticamente duplicada em sua totalidade. Ao longo
do muro do Condomínio Vista Alegre, a estrada está para ser entregue, faltando
apenas o DER concluir sinalizações. A previsão era encerrar as obras em junho
do ano passado, interrompidas liminarmente pela Justiça após denúncia do
Ministério Público de danos ao meio ambiente.