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Acontece em
Campinas, no próximo dia 3 de julho, o programa Pacto AVC, que capacita
profissionais de saúde e equipes interdisciplinares para organização e eficácia
do atendimento emergencial ao paciente com diagnóstico de acidente vascular
cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame cerebral. A iniciativa visa
promover atendimento fundamental de emergência para o tipo mais comum de AVC –
85% dos casos pertencem ao tipo isquêmico – e, assim, contribuir com a
diminuição de riscos de sequelas e óbitos.
“Em 2010 o Pacto AVC
estará em outras cidades do Brasil para capacitar profissionais de saúde quanto
ao atendimento emergencial. Boa parte das mortes relacionadas ao AVC poderia
ser evitada se houvesse um melhor conhecimento sobre o tratamento da doença”,
explicou a neurologista Sheila Martins.
Estima-se que, do
total de pessoas que sofrem um AVC, cerca de 5% a 10% podem contar com o
benefício do tratamento. Porém, esse número pode aumentar com a conscientização
da população para que os sintomas e sinais da doença sejam reconhecidos e o
auxílio seja solicitado rapidamente, e também com o treinamento dos
profissionais da área de saúde.
De acordo com dados
do Ministério da Saúde, no Brasil o AVC é a doença cardiovascular mais comum e
a principal causa de morte na população adulta, o que representa um grave
problema social. Dos que sobrevivem à ocorrência de derrames, 50% ficam com
algum grau de comprometimento. Informações do INSS – Instituto Nacional de Seguridade
Social demonstram que 40% das aposentadorias precoces decorrem de derrames e
infartos. A cada ano, surgem 250 mil novos casos da doença no País. Destes, 30%
morrem, e outros 70% apresentam sequelas.
O tipo mais comum de AVC, o isquêmico, ocorre quando
há a obstrução do vaso sanguíneo cerebral. O bloqueio da passagem do sangue e
oxigênio para uma área do cérebro ocorre de 10% a 12% em pessoas abaixo de 69
anos e de 23% a 25% nos que têm mais de 70. O reconhecimento dos sintomas do
AVC pela população e a capacitação dos hospitais públicos ou privados são
fatores determinantes para mudar a história desta grave doença no Brasil e no
mundo.
O Protocolo de
Tratamento Emergencial ao AVC inclui a administração do
medicamento alteplase (rtPA). Trata-se do primeiro e único trombolítico
(medicamento que dissolve o coágulo que obstrui a passagem do sangue para
o cérebro) aprovado pelas principais diretrizes nacionais e
internacionais de tratamento do AVC. Quando administrado no intervalo de
zero a quatro horas e meia do início dos sintomas, o medicamento aumenta as
chances de uma recuperação completa, sem sequelas como incapacidade de fala,
locomoção, distúrbios de memória e raciocínio. Tal característica possibilita a
melhora significativa da qualidade de vida daqueles que são acometidos pelo
AVCI.
Serviço:
Curso: Pacto AVC – Campinas
Data: 3 de julho 2010
Local: Hotel Vitória
Endereço: Av. José de Souza Campos (Norte-Sul), 425 – Cambuí –
Campinas – SP
Informações: (19) 3755-8000 / www.pactoavc.com.br