Mortes de recém-nascidos apresentam menor índice na história de SP

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De acordo com informações da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado
da Saúde, as mortes de bebês em gestação ou de recém-nascidos no Estado de
São Paulo atingiram o menor índice da história. É o que aponta o mais recente
balanço da Secretaria, produzido em parceria com a Fundação Seade.

Segundo o novo boletim, a taxa de mortalidade perinatal, que se refere
aos óbitos fetais a partir da 22ª semana de gestação (quando o peso do
nascimento é de cerca de 500
gramas) até sete dias completos após o nascimento caiu
25% em 10 anos no Estado. O índice, que era de 18,5 por mil nascidos vivos e
nascidos mortos no ano 2000, passou para 13,8 em 2009. Isto significa uma vida
salva a cada quatro gestações ou nascimento, na comparação com o início da
década, ou 4,7 mil vidas salvas neste período.

A mortalidade perinatal vem caindo gradualmente no Estado, com estabilidade em alguns anos. A comparação,
neste caso, deve ser entre longos períodos, assim como na mortalidade infantil.

A taxa de mortalidade perinatal é considerada um importante indicador
de saúde pública, uma vez que com a acentuada queda na mortalidade entre o
período de sete dias e o primeiro ano de vida, cerca de metade das mortes
infantis concentram-se na primeira semana após o nascimento.

Ainda segundo o levantamento, a redução da mortalidade perinatal no
Estado pode ser atribuída, principalmente, à queda do número de óbitos
considerados reduzíveis por diagnóstico e tratamento precoces de doença ou por
adequada atenção ao parto, além de medidas de controle da gravidez.


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