Nem tudo o que refresca hidrata

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Os dias quentes já
anunciam a chegada do verão, e mais que em outras estações do ano, é quando
devemos redobrar os cuidados com a hidratação. E para aqueles que não resistem
à “loira gelada” em uma tarde de Sol, atenção às dicas de uma nutricionista do
Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo (
www.bpsp.org.br), maior complexo hospitalar privado da
América Latina.

No calor, a perda de suor de uma pessoa que está se bronzeando na
praia, sem se movimentar, pode ser igual a de alguém que praticou 1h de
exercício no inverno. Não à toa, o verão é a época do ano em que a hidratação é
um tema sempre em evidência.

Porém, poucos sabem que nem toda bebida repõe o líquido perdido,
e acabam levando à boca verdadeiros vilões, que muitas vezes exercem exatamente
o papel inverso: o da desidratação. É o caso da cerveja, preferência de
milhares de brasileiros que passam horas na praia sem ingerir uma gota de água
sequer.

“Ir ao banheiro com maior frequência e sofrer com a ressaca no
dia seguinte são sinais claros de que as bebidas alcoólicas não hidratam.
Quando sentimos sede já estamos com 2% do corpo desidratado. Imagine, então, a
situação do nosso organismo quando acordamos com aquela ressaca?”, lembra
Eliana Jimenez Martinez, nutricionista do Hospital Beneficência Portuguesa de
São Paulo.

Os refrigerantes também enganam, pois apesar de refrescantes,
contém muito sódio – especialmente os light e diet – corantes e toxinas que o
organismo terá trabalho para eliminar. Portanto, não desempenham papel de
hidratação, apenas somam calorias. Além disso, não possuem nutrientes, minerais
ou vitaminas. Segundo a nutricionista, eles apenas agradam ao paladar, portanto
também podem – e devem – ser extinguidos dos cardápios.

“As bebidas isotônicas são recomendadas exclusivamente para
atletas que praticam atividade física intensa. Em qualquer outra situação elas
são um exagero e podem levar ao aumento do peso e até a uma sobrecarga renal”,
diz a especialista, que completa alertando sobre os altos índices de sódio e
sacarose também presentes nos isotônicos: “Eles estão proibidos aos hipertensos
e diabéticos”.

Nesse caso, a dica é optar pela água de côco, chás e sucos
naturais, mas sem esquecer que, independente disso, é necessário ingerir uma
média de oito copos com água diariamente (para as crianças, cinco são
suficientes), pois apenas ela é capaz de purificar o organismo e contribuir
para o bom funcionamento dos rins.

SINTOMAS DA DESIDRATAÇÃO

– Sede;

– Dores
musculares;

– Câimbras;

– Moleza;

– Transpiração;

– Dificuldade de
raciocínio;

– Desmaio.

No quesito alimentação, uma ótima opção na praia é o milho verde,
que não tem gordura, é de fácil digestão e, como carboidrato, fornece energia.
Se escolher um espetinho, prefira o de carne branca, é mais leve e menos
calórica, já que as refeições pesadas acarretam moleza devido às alterações
causadas pelo calor no fluxo sanguíneo.

Os lanches naturais também são bem-vindos, desde que não possuam
maionese. Já os sorvetes devem ser do tipo picolé de frutas, tomando o lugar
daqueles com leite e chocolate.

DESINTOXICAÇÃO DEPOIS DAS FESTAS

Natal e Ano Novo são datas em que a fartura das ceias é tradição
na maior parte das famílias de todo o mundo. É, também, quando comidas de
diferentes origens forram os pratos e o pecado capital mais notado é a gula.
Para se livrar das toxinas absorvidas pelo organismo, a nutricionista dá
algumas dicas para os primeiros dias após as festas:

– Beba muita
água! Ela é principal responsável por eliminar os excessos de toxinas;

– Coma bastante
fruta, especialmente as de maior poder de hidratação (melancia, mamão, melão,
pera, abacaxi, etc);

– Abuse das
saladas, legumes;

– Evite os
produtos industrializados e lactose, pois as ceias têm muito carboidrato e
podem causar inflamação no tecido adiposo, inchaço e dificuldade na perda de
peso.

SOBRE O BENEFICÊNCIA PORTUGUESA SP

O Hospital Beneficência Portuguesa São Paulo, fundado em 2 de
outubro de 1859, é o maior complexo hospitalar privado da América Latina,
instalado em seis edifícios e mais de 110 mil metros quadrados. São mais de
cinco mil funcionários e 1,5 mil médicos especialistas.

Com 1920 leitos – sendo 233 deles destinados à UTI – e 64 salas
cirúrgicas, atende a cerca de 300 mil pessoas e realiza, em média, 30 mil
cirurgias e mais de quatro milhões de exames anualmente.

É considerado um centro de referência em transplantes. Entre 1973
e 2007 foram 3.345 transplantes de coração, fígado, medula, rim, pulmão,
pâncreas, entre outros. Um caso raro e inédito foi realizado em 1993, quando um
paciente passou a viver com dois corações. Cinco anos depois, foram feitos o
primeiro transplante bilateral de pulmão e o primeiro transplante conjunto de
coração e pulmão com êxito no Brasil. Em 1996 o Hospital realizou o primeiro
transplante de pâncreas-rim com sucesso no Estado de São Paulo e reinaugurou
esta modalidade de transplantes no Brasil, que estava inativa desde 1993.

Atualmente, o Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo é o
maior centro de transplantes de pâncreas solitário (isolado e após rim) do
Brasil. Em 2007 foi merecedor de três prêmios da Secretaria da Saúde por
situar-se entre os três maiores centros do Estado em transplantes de fígado e
pâncreas com órgãos de doadores falecidos. Caso esses números incluíssem os
transplantes com doador vivo, o Hospital seria o maior centro transplantador do
Estado de São Paulo e, provavelmente, do Brasil em transplantes de fígado.

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