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Uma pesquisa
realizada pela professora Márcia Milena Pivatto Serra, da Universidade
Presbiteriana Mackenzie (campus Campinas) e divulgada durante a Primeira Semana
do CCSA (Centro de Ciências Sociais e Aplicadas), com a coleta de dados de 12 a 14 de maio, revela que o
número de idosos vem aumentando na Região Metropolitana de Campinas. O estudo,
desenvolvido a partir de dados do IBGE, demonstra um crescimento na população
idosa desde 2000 com projeções para os próximos dez anos.
Segundo a
pesquisa, feita em conjunto com o aluno do Mackenzie Danilo José Basso Pigossi,
os idosos, que em 2000 correspondiam a 4% da população da RMC, hoje representam
5%. A previsão é de que em 2020 este índice aumente para 6% em relação ao total
de habitantes. Só em Campinas, pessoas com mais de 65 anos, que em 2000 também
representavam 4%, hoje correspondem a 5,3% da população do município. Para 2020 a projeção é que a taxa
aumente para 7,2%.
Para a
professora Márcia Pivatto, o aumento da população idosa significa a abertura de
novas oportunidades de negócios e prestação de serviços para o público com 65
anos ou mais. Por outro lado, observa, a sociedade não está preparada para
lidar com esta faixa de público. “É preciso pensar e discutir as
implicações desse aumento em tão pouco tempo. Não existem sequer políticas
públicas para essa faixa de idade”, alerta.
Aumento
da população feminina
A pesquisa,
que ainda se encontra numa primeira fase, revela outros dados demográficos do
Brasil, além de informações detalhadas de cada um dos 19 municípios da Região
Metropolitana de Campinas. O estudo mostra, por exemplo, um crescimento
progressivo do número de mulheres em relação aos homens.
Só para se
ter uma ideia, há dez anos existiam na RMC 26 mil mulheres a mais que os
homens. Hoje o número de mulheres a mais chega a 43 mil. Para 2020 a projeção é ainda
maior: 60 mil mulheres a mais em relação à população masculina.
O trabalho
demonstra também uma queda na taxa de fecundidade no Brasil. A taxa média
atual, de 1,7 ou 1,8 filhos por mulher, deverá cair em 2020 para 1,5. A partir
de 2040, a
projeção é de que a população comece a diminuir de tamanho. Previsões
anteriores indicavam que essa diminuição ocorreria só em 2062, analisa a
professora responsável pela pesquisa. Ela calcula que na RMC a taxa deverá
permanecer no mesmo patamar. Um levantamento preciso, no entanto, deverá levar
pelo menos mais três meses de pesquisa, segundo a professora Márcia Pivatto.
Para o
diretor do Mackenzie – Campus Campinas Johan Poker, também coordenador do curso
de Administração da Universidade e organizador da Primeira Semana do CCSA, a
pesquisa é importante porque detecta o perfil desse público na sociedade bem
como as necessidades em adaptar a infraestrutura e os serviços que hoje faltam
a essa população.