Promotor perde o cargo por tentar matar a ex-esposa em Valinhos

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Na tarde desta quarta-feira,
17, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou o promotor de
Justiça João Luiz Portolan Galvão Minniccelli Trochmann a cinco anos de
reclusão em regime semi-aberto e à perda do cargo.

Ele foi acusado de lesão
corporal gravíssima por ter atirado contra sua ex-mulher, a advogada Érika May
Trochmann, na residência do casal, em Valinhos, no dia 6 de dezembro de 2002.

De acordo com a
denúncia, o Trochmann atirou em Érika à queima-roupa, com um revólver calibre
38, por motivo torpe e usando de recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
O disparo atingiu o queixo da vítima, atravessou o pescoço e parou na coluna
cervical da advogada. Por conta da gravidade, o chefe do Ministério Público
apontou a qualificadora de deformidade permanente.

A defesa do promotor,
segundo o Tribunal de Justiça, alegou excesso acusatório, com o argumento de
que o réu prestou socorro à vítima, configurando o chamado arrependimento
eficaz. O relator do processo foi o desembargador José Luis Palma Bisson. O
julgamento já havia sido adiado uma vez por causa de pedido de vistas ao
processo, feito por um dos desembargadores. A informação é do O Globo.

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