Tratamento hormonal responde por 45% da demanda do ambulatório de travestis

Published:

Normal
0
21

false
false
false

MicrosoftInternetExplorer4


/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
;
font-family:”Times New Roman”;
mso-ansi-language:#0400;
mso-fareast-language:#0400;
mso-bidi-language:#0400;}

Levantamento
realizado pelo Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do
Centro de Referência e Treinamento DST/Aids, da Secretaria de Estado da Saúde,
mostrou que a demanda mais recorrente no centro é a hormonioterapia,
responsável por 45% dos casos. Também são frequentes demandas por cirurgia de
redesignação sexual, com 37% dos casos, e remoção de silicone industrial, com
14% dos casos. O ambulatório completou seis meses em dezembro.

Também estão
entre os principais interesses do público do ambulatório a realização de testes
para HIV e hepatites virais e acompanhamento médico para portadores de HIV. A
maior parte das usuárias tem entre 30 e 40 anos e estudou até o ensino médio.

O
ambulatório foi responsável pela realização da primeira cirurgia para retirada de
silicone realizada pelo SUS em todo o país. “A oferta de cirurgia para a
remoção de silicone é uma importante medida para a melhora na qualidade de vida
de nossas usuárias. A ocorrência de deformidades decorrentes da aplicação de
silicone industrial pode acarretar graves danos físicos e psíquicos”, afirma
Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids-SP. Até o momento, 73 usuárias foram encaminhadas para avaliação
de remoção de silicone no Hospital Estadual de Diadema.

O ambulatório
tem capacidade para 300 atendimentos por mês e oferece assistência integral a
travestis e transexuais. “O centro
tornou-se uma referência para a saúde pública. Elabora protocolos clínicos,
desenvolve e avalia tecnologias e modelos assistenciais e promove atividades
integrando movimentos sociais. Também é um local de treinamento para
profissionais de saúde nessa área de atuação”, observa Maria Clara Gianna.

Notícias relacionadas

Últimas notícias